Paulinho Pedra Azul comemora seus 30 anos de carreira

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Paulinho Pedra Azul comemora seus 30 anos de carreira no Grande Teatro do Palácio das Artes. No dia 15 de setembro o cantor e compositor sobe ao palco e convida Padre Fábio de Mello e Célio Ballona para celebrarem juntos a sua história.
O multiartista têm 22 álbuns produzidos e mais de 500.000 cópias vendidas. Já publicou 16 livros e 800 aquarelas e desenhos, além de atuar em diversos especiais, como “A Pedra Encantada” e “Palmeira Seca”.
Serviço
Evento: 30 Anos Paulinho Pedra Azul
Data: 15 de setembro
Horário: 21h
Local: Grande Teatro
Valor: plateia I: R$ 80,00 (inteira), R$ 40,00 (*meia-entrada); plateia II: R$ 60,00 (inteira), R$ 30,00 (*meia-entrada); plateia superior: R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (*meia-entrada)
Duração: 2h
Classificação etária: livre
Informações: (31) 3236-7400

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Uma mensagem para Paulinho Pedra Azul comemora seus 30 anos de carreira

  1. Daisy disse:

    Construa sua vida como uma obra de arte

    Ao ler o livro “ O Clube da Esquina” do qual roubei o título e sem nenhuma discrição, me apropriei, fiquei mais fragilizada, mais sensível as dores do mundo, as minhas próprias dores, como alguém que abre os olhos após dias de escuridão.
    Fazia tempo que não me emocionava tanto com um livro, o livro que me emocionou tanto quanto este foi um simples e singelo “ Meu Pé de Laranja Lima”.Eu chorei tanto com este livro que fiquei com os olhos inchados. Hoje percebi o que me emocionou nos dois. Foi a amizade sincera. A amizade que nasce do amor, o amor que é único, seja entre um Português e um menino, seja entre amigos, ou entre o pai e um filho, entre irmãos, entre um homem e uma mulher, entre o dono o e o seu cachorro. O amor assim…Puro e simplesmente amor.
    Pensei nos dias atuais, nas pessoas que convivo e que ainda não convivi, nas notícias dos jornais, na covardia do homem que a chineladas espancou sua filha.E ainda pensando nessa cena terrível, pensei com dor no peito, no medo que aquela criança sentiu instantes antes da violência brutal. A cena me fez lembrar das surras de infância e como eu ficava instantes antes, sem poder contar com ninguém, vendo a fúria extravasar em um corpo pequeno e doído e a dor depois parece não passar, as marcas ficam dias, mas quando se é criança em semana as mesmas são esquecidas.
    Mas eu pensei mesmo foi na covardia e do quanto as vezes somos covardes também, em palavras, em ações e omissões. Fazemos mal a quem não pode se defender. Deixamos-nos levar pela dureza da maioria, pela dureza do asfalto.
    Que mundo queremos construir? Como eu quero ser lembrada? Então pensei, em meu companheiro, amigo e amor. No dia em que cansada e triste com tantas notícias ruins e violência contra crianças, ele me disse com um abraço: “nós não somos assim.” Essa frase me confortou tanto, me fez entender que não posso mudar essa sociedade, destruir a covardia, mas posso mudar, transformar, me recriar todos os dias, fazendo da minha vida uma obra de arte. Afinal, o mundo ainda pode ter cores novas se a minha vida for tingida de beleza.

    Daisy Cruz – 20/04/2012, Santo Antonio de Jesus